Aquele momento tão estranho tinha sido interrompido por um dos soldados.
- Desculpe Senhor presidente, mas estão lhe esperando para voltar.
Pobre e ingênuo soldado, aquele ali não era nada mais que apenas uma roupa, o presidente pouco a pouco era consumido por aquele parasita do espaço, consumido dentro de seu próprio corpo onde não tinha mais controle.
Ele não disse sim nem não apenas afirmou com a cabeça, chegando ao helicóptero não deu atenção a ninguém, parecia estar só não somente naquele lugar, mas só no mundo.
O motivo de tanto silêncio era devido ao choque por ver tal criatura era o que se presumia, mas e agora o que ele faria, com procederia, o mundo devia saber de tudo e estava preparado para tudo?
O mundo ainda estava apreensivo, com os olhos grudados em seus aparelhos de tv, internet ou qualquer meio de comunicação, mas sem uma resposta sobre o ocorrido, nenhum declaração, nenhuma satisfação.
Ao chegar na residência presidencial, ele pediu para ficar só, queria pensar era seu motivo, apenas estas palavras e mais nenhuma.
Dentro daquela grande sala de reuniões onde as lideranças do mundo sentavam e onde o destino dos países era tomado, estava um intruso, um ser que não representava nenhum governo ao menos nenhum governo humano.
Ele ficou parado cerca de dez minutos em frente a um grande espelho, mexendo em sua pele, abrindo seus olhos e boca, descobrindo a imensidão daquele corpo estranho.
O parasita sabia muito bem de quem era aquele corpo e onde estava e mais ainda sabia como proceder, tudo estava ocorrendo como deveria.
Sozinho ele se aproximou da grande janela, dali ele podia ver toda a cidade, tudo aquilo estava em suas mãos, mas ainda era pouco para seus planos, aquela cidade já era pequena para ele, o mundo quem sabe devia bastar.
E como seu primeiro ato, fez uma ligação, mas não uma ligação comum, não uma ligação para a terra, mas sim para muito longe dali, como sempre de poucas palavras.
-Iniciar plano de ataque...
Desligou o telefone e sentou-se para esperar o fim de tudo.
Seu olhar atento fixava-se sobre a imensidão, aquele planeta era perfeito, muitas pessoas, muitas roupas para usar.
Longe daqui o mundo ainda procurava por suas resposta, respostas que nunca seriam encontradas, mas sim as respostas que encontrariam o mundo.
Onde o tudo pode ser o nada e o nada acaba por se tornar o tudo. Uma verdade incerta, um questionamento absoluto.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Um Corpo Que Caiu do Céu Part IV
Não muito longe do local onde havia caído a nave, dentro de um complexo militar de segurança máxima a criatura era retirada de seu saco preto e colocada sobre a mesa.
O complexo todo estava muito bem vigiado por soldados fortemente armados, tanques e caminhões de combate faziam isolamento de um quilometro em torno da área.
O corpo era mantido isolado em uma sala, onde ninguém poderia entrar, na porta mais dois soldados mantinham guarda para assegurar que nada entrasse e nem saísse daquela sala.
Em outra sala ao lado o general responsável pelo complexo fazia uma ligação, mas não uma comum era em uma linha privada e de alta segurança o destino era o palácio presidencial, onde o presidente já aguardava informações.
O presidente não respondeu apenas o general informou que haviam capturado uma das criaturas e que agudavam a chegada de um especialista e do próprio presidente para poder inicia a autopsia no extraterreno.
Do outro lado da linha o presidente desligou e se dirigiu ao seu helicóptero particular, dali cerca de quinze minutos já estaria no complexo e poderia ver com seus próprios olhos a tal criatura.
Todos já aguardavam pela presença do presidente sem muita conversa já se dirigiam para a sala onde a criatura estava, apenas duas pessoas entraram naquela sala o especialista e o presidente.
O doutor colocou suas luvas e a cada passo que tomava explicava ao presidente o que ocorria.
Primeiro um corte do pescoço até o fim da barriga, delicadamente ele abriu o peito da criatura, o espanto era total, sabia que o corpo da criatura não era parecido com o nosso, mas aquilo era mais incomum ainda, ao verificar dentro da criatura nada fora localizado, sem órgãos, sangue ou qualquer coisa, era com se aquele corpo fosse nada além do que uma roupa ou traje de viagem.
O próximo passo era verificar a cabeça da criatura, ali apenas algo que lembrava um pedaço de carne, era ligado por tentáculos todos grudados as paredes do crânio.
Delicadamente ele retirou aquele pedaço de carne esponjoso e colocou em uma bandeja, o presidente olhava atentamente, mas não parecia espantado com o que via.
Alegando querer pensar sobre o assunto pediu para ficar só com o corpo da criatura, o especialista achou um tanto que estranho, mas devido a ele ser o presidente e os fatos ocorridos com a queda da nave não deu muita importância ao fato.
Sozinho ele olhava atentamente o corpo da criatura aberto sobre a messa e o pedaço esponjoso de carne rosada sobre a bandeja, tomado por um impulso que não podia ser controlado, ele pegou com as duas mãos aquele pedaço de carne que agora pulsava como se retornasse a vida.
Aquilo estava dentro de sua cabeça, ele tentava manter o controle de seu corpo e seus pensamentos, mas era fraco perante ao controle da criatura.
Ele já estava completamente dominado, abriu com sua mãos e dentro havia uma pequena esfera, feita do mesmo material do que o pedaço externo rosado, era quase que idêntico apenas em proporções menores, ele era o responsável pelo pulsar e aquele pequeno pedaço era a criatura, em seu último estado de lucides ele pensou que o doutor estava certo e que aquele corpo aberto era apenas um traje, uma roupa um veiculo e que aquilo em suas mãos era de fato a criatura.
Levou até sua boca e engoliu, não tinha o controle de seu corpo ele negava com os olhos, mas já era tarde sentia descer pela sua garganta aquela coisa esponjosa, até que ela parou e começou a subir, subir para sua cabeça, era ali o lugar dela, o resto do corpo não tinha importância a criatura sabia que centro de controle do corpo era o cérebro...
O complexo todo estava muito bem vigiado por soldados fortemente armados, tanques e caminhões de combate faziam isolamento de um quilometro em torno da área.
O corpo era mantido isolado em uma sala, onde ninguém poderia entrar, na porta mais dois soldados mantinham guarda para assegurar que nada entrasse e nem saísse daquela sala.
Em outra sala ao lado o general responsável pelo complexo fazia uma ligação, mas não uma comum era em uma linha privada e de alta segurança o destino era o palácio presidencial, onde o presidente já aguardava informações.
O presidente não respondeu apenas o general informou que haviam capturado uma das criaturas e que agudavam a chegada de um especialista e do próprio presidente para poder inicia a autopsia no extraterreno.
Do outro lado da linha o presidente desligou e se dirigiu ao seu helicóptero particular, dali cerca de quinze minutos já estaria no complexo e poderia ver com seus próprios olhos a tal criatura.
Todos já aguardavam pela presença do presidente sem muita conversa já se dirigiam para a sala onde a criatura estava, apenas duas pessoas entraram naquela sala o especialista e o presidente.
O doutor colocou suas luvas e a cada passo que tomava explicava ao presidente o que ocorria.
Primeiro um corte do pescoço até o fim da barriga, delicadamente ele abriu o peito da criatura, o espanto era total, sabia que o corpo da criatura não era parecido com o nosso, mas aquilo era mais incomum ainda, ao verificar dentro da criatura nada fora localizado, sem órgãos, sangue ou qualquer coisa, era com se aquele corpo fosse nada além do que uma roupa ou traje de viagem.
O próximo passo era verificar a cabeça da criatura, ali apenas algo que lembrava um pedaço de carne, era ligado por tentáculos todos grudados as paredes do crânio.
Delicadamente ele retirou aquele pedaço de carne esponjoso e colocou em uma bandeja, o presidente olhava atentamente, mas não parecia espantado com o que via.
Alegando querer pensar sobre o assunto pediu para ficar só com o corpo da criatura, o especialista achou um tanto que estranho, mas devido a ele ser o presidente e os fatos ocorridos com a queda da nave não deu muita importância ao fato.
Sozinho ele olhava atentamente o corpo da criatura aberto sobre a messa e o pedaço esponjoso de carne rosada sobre a bandeja, tomado por um impulso que não podia ser controlado, ele pegou com as duas mãos aquele pedaço de carne que agora pulsava como se retornasse a vida.
Aquilo estava dentro de sua cabeça, ele tentava manter o controle de seu corpo e seus pensamentos, mas era fraco perante ao controle da criatura.
Ele já estava completamente dominado, abriu com sua mãos e dentro havia uma pequena esfera, feita do mesmo material do que o pedaço externo rosado, era quase que idêntico apenas em proporções menores, ele era o responsável pelo pulsar e aquele pequeno pedaço era a criatura, em seu último estado de lucides ele pensou que o doutor estava certo e que aquele corpo aberto era apenas um traje, uma roupa um veiculo e que aquilo em suas mãos era de fato a criatura.
Levou até sua boca e engoliu, não tinha o controle de seu corpo ele negava com os olhos, mas já era tarde sentia descer pela sua garganta aquela coisa esponjosa, até que ela parou e começou a subir, subir para sua cabeça, era ali o lugar dela, o resto do corpo não tinha importância a criatura sabia que centro de controle do corpo era o cérebro...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Um Corpo Que Caiu do Céu Part III
Entrando no meio da escuridão de um lugar totalmente desconhecido de onde uma criatura poderia surgir a qualquer momento, atacando sem piedade os soldados, nem todo o treinamento deles seria suficiente para o que estavam por enfrentar.
Cada passo poderia ser o último, uma tensão crescia na medida em que se encaminhavam para dentro da imensidão daquele objeto estranho, o silêncio era total, apenas os ruídos dos soldados que respiravam ofegantemente e para ajudar mais ainda aquela situação tensa apenas a luz de duas lanternas facilitavam a visão.
O soldado que estava mais a frente, parou bruscamente, afirmava ter escutado um barulho vindo do corredor a sua esquerda.
Com um movimento de dedos os três se encaminharam para aquele corredor, sabiam que a hora do confronto com a tal criatura estava se aproximando e ali naquele corredor seria o campo de batalha.
Até aquele momento apenas tinham visto dais criaturas mortas, mas como poderia ser uma delas viva, como se movimentava, tinha alguma couraça de proteção quem sabe até alguma arma que poderia desintegrar os soldados em segundo, como saber a resposta com toda certeza logo seria descoberta.
Eles atravessaram o corredor todo sem um único barulho diferente ser escutado, ao certo o soldado havia escutado seu próprio medo que se manifestava a tensão daquele momento logo foi substituída por uma risada sem graça dos três como se voltassem a vida. O soldado que havia escutado o barulho caminhava um pouco mais a frente, dizia que não havia nada ali, que eram somente aqueles dois que estavam mortos, não tinham que se preocupar com mais nada, fariam a varredura na área da nave e depois retornariam para terra firme.
Ele ria da situação e já tinha baixado a guarda, não espera que a criatura estivesse a sua espreita escondida entre as sombras que o cercavam, em um bote certeiro a criatura pulou em seu pescoço, o soldado tentava atirar, mas os tiros apenas acertavam o teto da nave, os outros dois soldados correram para ajudar, mas já era tarde, ele estava deitado sem vida no chão com um ferimento no pescoço por onde ainda escorria sangue, a criatura estava de pé ao lado do corpo, seus enormes dentes reluziam com o sangue se sua vítima terrestre, a criatura olhou diretamente para os dois soldados e deu um salto e se agarrou no teto da nave, então era por ali que ele andava, por cima das cabeças esperando o momento certo, ele vinha na direção dos dois, soltando um grito abafado como se fosse um animal selvagem, os dois atiraram na criatura que caiu ao chão sem vida.
Pela televisão um boletim urgente sobre a nave, nas imagens mostravam os dois soldados que saiam de dentro da nave cada um carregando um saco preto, três homens haviam entrado naquele lugar e apenas dois retornavam, junto com eles dois corpos, um deles com certeza seria do terceiro soldado, mas e o outro poderia ser da criatura?
Os responsáveis não tinham nada a declarar tudo era mantido no mais absoluto sigilo, os dois sacos pretos foram colocados dentro de um pequeno caminham e foram levados para um lugar que era desconhecido de todos...
Cada passo poderia ser o último, uma tensão crescia na medida em que se encaminhavam para dentro da imensidão daquele objeto estranho, o silêncio era total, apenas os ruídos dos soldados que respiravam ofegantemente e para ajudar mais ainda aquela situação tensa apenas a luz de duas lanternas facilitavam a visão.
O soldado que estava mais a frente, parou bruscamente, afirmava ter escutado um barulho vindo do corredor a sua esquerda.
Com um movimento de dedos os três se encaminharam para aquele corredor, sabiam que a hora do confronto com a tal criatura estava se aproximando e ali naquele corredor seria o campo de batalha.
Até aquele momento apenas tinham visto dais criaturas mortas, mas como poderia ser uma delas viva, como se movimentava, tinha alguma couraça de proteção quem sabe até alguma arma que poderia desintegrar os soldados em segundo, como saber a resposta com toda certeza logo seria descoberta.
Eles atravessaram o corredor todo sem um único barulho diferente ser escutado, ao certo o soldado havia escutado seu próprio medo que se manifestava a tensão daquele momento logo foi substituída por uma risada sem graça dos três como se voltassem a vida. O soldado que havia escutado o barulho caminhava um pouco mais a frente, dizia que não havia nada ali, que eram somente aqueles dois que estavam mortos, não tinham que se preocupar com mais nada, fariam a varredura na área da nave e depois retornariam para terra firme.
Ele ria da situação e já tinha baixado a guarda, não espera que a criatura estivesse a sua espreita escondida entre as sombras que o cercavam, em um bote certeiro a criatura pulou em seu pescoço, o soldado tentava atirar, mas os tiros apenas acertavam o teto da nave, os outros dois soldados correram para ajudar, mas já era tarde, ele estava deitado sem vida no chão com um ferimento no pescoço por onde ainda escorria sangue, a criatura estava de pé ao lado do corpo, seus enormes dentes reluziam com o sangue se sua vítima terrestre, a criatura olhou diretamente para os dois soldados e deu um salto e se agarrou no teto da nave, então era por ali que ele andava, por cima das cabeças esperando o momento certo, ele vinha na direção dos dois, soltando um grito abafado como se fosse um animal selvagem, os dois atiraram na criatura que caiu ao chão sem vida.
Pela televisão um boletim urgente sobre a nave, nas imagens mostravam os dois soldados que saiam de dentro da nave cada um carregando um saco preto, três homens haviam entrado naquele lugar e apenas dois retornavam, junto com eles dois corpos, um deles com certeza seria do terceiro soldado, mas e o outro poderia ser da criatura?
Os responsáveis não tinham nada a declarar tudo era mantido no mais absoluto sigilo, os dois sacos pretos foram colocados dentro de um pequeno caminham e foram levados para um lugar que era desconhecido de todos...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Um Corpo Que Caiu do Céu Part II
A todo momento a TV trazia boletins de última hora sobre o objeto que havia caído, em todos os canais havia cientistas tentando explicar o acontecido, mas nenhuma resposta era satisfatória.
Cerca de meia hora havia passado desde que a nave ou aquilo havia caído, o local estava isolado e a população tinha que manter uma distância razoável do local alguns curiosos tentavam chegar mais perto, mas fracassavam e eram pressos.
Dentro de um complexo federal estavam reunidos o presidente, deputados e outros cargos federais e membros do exercito, ali após algum tempo foi decidido que o tal objeto seria invadido e o que fosse que ali dentro estivesse era para ser capturado e nada do que fosse descoberto deveria ser revelado a impressa, ao menos por momento.
Um grupo tático do governo preparava-se para entrar no misterioso objeto, eles estavam a um passo de marcar seus nomes na história era algo tão surpreendente quando pousar na lua.
Eram três dos mais bem treinados soldados, estavam preparados para tudo na terra, mas e para algo que não era terrestre seu treinamento seria suficiente?
A nave por dento parecia gigantesca, lembrava uma grande sala oval, por ali muitas telas, botões, luzes e fios atirados ao chão, era nada além do que uma nave comum como aquelas que a NASA utilizava, mas até o momento nada de criatura.
Logo após sair da sala oval havia vários compartimentos um ao lado do outro, algo que lembrava um cama, mas era toda lacrada e em sua parte frontal vidro que facilitava ver o que ali dentro se encontrava, deitados como quem estivesse em um sono profundo os viajantes do espaço, então era aquilo o que conhecíamos por alienígenas, eram horríveis, deviam ter cerca de um metro e cinquenta de altura, magros, de longos braços e uma cabeça oval, grandes olhos negros que permaneciam abertos, sem nariz ou orelhas, apenas uma boca cheia de dentes afiados, que pareciam sorrir para quem os encarasse.
Três criaturas permaneciam deitadas, contudo era visível que sem vida o choque da nave devia ter desligado aqueles aparelhos, logo mais a frente uma quarta cápsula, mas estava vazia, o vidro estava espatifado no chão e vazio sem criatura nenhuma, ao que parecia uma delas estava talvez viva e solta pela nave.
Eram três soldados bem treinados contra uma criatura que poderia ser inofensiva como também um insaciável monstro espacial desejando apenas sangue.
À agonia e a dúvida aumentavam e o que fazer sentar e esperar pela morte que poderia nem vir ? Ou partir para o fundo da nave em uma caçada que poderia ser suicida e quem sabe a própria criatura se questionava sobre a mesma situação, pois cada um desconhecia o que dentro das sombras encontraria.
Cerca de meia hora havia passado desde que a nave ou aquilo havia caído, o local estava isolado e a população tinha que manter uma distância razoável do local alguns curiosos tentavam chegar mais perto, mas fracassavam e eram pressos.
Dentro de um complexo federal estavam reunidos o presidente, deputados e outros cargos federais e membros do exercito, ali após algum tempo foi decidido que o tal objeto seria invadido e o que fosse que ali dentro estivesse era para ser capturado e nada do que fosse descoberto deveria ser revelado a impressa, ao menos por momento.
Um grupo tático do governo preparava-se para entrar no misterioso objeto, eles estavam a um passo de marcar seus nomes na história era algo tão surpreendente quando pousar na lua.
Eram três dos mais bem treinados soldados, estavam preparados para tudo na terra, mas e para algo que não era terrestre seu treinamento seria suficiente?
A nave por dento parecia gigantesca, lembrava uma grande sala oval, por ali muitas telas, botões, luzes e fios atirados ao chão, era nada além do que uma nave comum como aquelas que a NASA utilizava, mas até o momento nada de criatura.
Logo após sair da sala oval havia vários compartimentos um ao lado do outro, algo que lembrava um cama, mas era toda lacrada e em sua parte frontal vidro que facilitava ver o que ali dentro se encontrava, deitados como quem estivesse em um sono profundo os viajantes do espaço, então era aquilo o que conhecíamos por alienígenas, eram horríveis, deviam ter cerca de um metro e cinquenta de altura, magros, de longos braços e uma cabeça oval, grandes olhos negros que permaneciam abertos, sem nariz ou orelhas, apenas uma boca cheia de dentes afiados, que pareciam sorrir para quem os encarasse.
Três criaturas permaneciam deitadas, contudo era visível que sem vida o choque da nave devia ter desligado aqueles aparelhos, logo mais a frente uma quarta cápsula, mas estava vazia, o vidro estava espatifado no chão e vazio sem criatura nenhuma, ao que parecia uma delas estava talvez viva e solta pela nave.
Eram três soldados bem treinados contra uma criatura que poderia ser inofensiva como também um insaciável monstro espacial desejando apenas sangue.
À agonia e a dúvida aumentavam e o que fazer sentar e esperar pela morte que poderia nem vir ? Ou partir para o fundo da nave em uma caçada que poderia ser suicida e quem sabe a própria criatura se questionava sobre a mesma situação, pois cada um desconhecia o que dentro das sombras encontraria.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Um Corpo que Caiu do Céu Part I
Os mistérios que cercam nossa vida são muitos, existe tanta coisa que ainda não tem uma explicação e talvez nunca tenha.
Entre elas aquela velha dúvida que há muito tempo está incorporada ao nosso pensamento e até mesmo em nossa realidade, será que estamos sós no universo?
Muitos de nós observamos o céu à noite buscando uma compreensão, alguns tentam ver um Deus já outros estão em busca de um ser mais evoluído um viajante do espaço.
Eu sempre olhei ao céu buscando por repostas sem saber se um dia as teria, mas tudo mudou não somente para mim, mas para todos na face da terra.
Tudo foi transmitido pela televisão, naquele dia mais precisamente durante cinco horas o mundo parou e observou aquele misterioso objeto que despencava do céu, era algo que lembrava um avião, oval e de cor prateada que reluzia como um holofote de alta potencia de um brilho até maior que o próprio sol.
O que seria aquele objeto, ao certo ninguém ousava afirmar, mas as opiniões já se espalhavam pelo mundo, igrejas eram lotadas por pecadores procurando uma salvação antes do que se pensava ser o fim do mundo.
Laboratórios eram lotados por cientistas que debatiam para tentar descobrir e achar uma resposta lógica para o acontecimento.
Ufólogos lotavam campos abertos para fazer observação e esperavam pela vinda de uma criatura mais evoluída que poderia nos levar a ruína ou ao ápice do desenvolvimento humano.
Após longa espera o tal objeto espatifou-se sobre um grande rio não demorou muito para o local ser isolado pelo exercito e ser ocupado por uma multidão de pessoas que queriam saber o que era aquele objeto metálico.
Pela televisão ainda era transmitido à queda do que era chamado de a grande revelação do século, o que tinha lá dentro isso não se poderia imaginar, talvez não tivesse nada ou quem sabe tudo, uma coisa era certa dentro daquela nave estava o futuro da terra, com toda certeza a vida mudaria bruscamente após este dia...
Entre elas aquela velha dúvida que há muito tempo está incorporada ao nosso pensamento e até mesmo em nossa realidade, será que estamos sós no universo?
Muitos de nós observamos o céu à noite buscando uma compreensão, alguns tentam ver um Deus já outros estão em busca de um ser mais evoluído um viajante do espaço.
Eu sempre olhei ao céu buscando por repostas sem saber se um dia as teria, mas tudo mudou não somente para mim, mas para todos na face da terra.
Tudo foi transmitido pela televisão, naquele dia mais precisamente durante cinco horas o mundo parou e observou aquele misterioso objeto que despencava do céu, era algo que lembrava um avião, oval e de cor prateada que reluzia como um holofote de alta potencia de um brilho até maior que o próprio sol.
O que seria aquele objeto, ao certo ninguém ousava afirmar, mas as opiniões já se espalhavam pelo mundo, igrejas eram lotadas por pecadores procurando uma salvação antes do que se pensava ser o fim do mundo.
Laboratórios eram lotados por cientistas que debatiam para tentar descobrir e achar uma resposta lógica para o acontecimento.
Ufólogos lotavam campos abertos para fazer observação e esperavam pela vinda de uma criatura mais evoluída que poderia nos levar a ruína ou ao ápice do desenvolvimento humano.
Após longa espera o tal objeto espatifou-se sobre um grande rio não demorou muito para o local ser isolado pelo exercito e ser ocupado por uma multidão de pessoas que queriam saber o que era aquele objeto metálico.
Pela televisão ainda era transmitido à queda do que era chamado de a grande revelação do século, o que tinha lá dentro isso não se poderia imaginar, talvez não tivesse nada ou quem sabe tudo, uma coisa era certa dentro daquela nave estava o futuro da terra, com toda certeza a vida mudaria bruscamente após este dia...
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Censurado
Sem consentimento
nem opinião
a voz se cala
dentro de um caixão
Pastas marcadas
assinaladas
como perigo
segredos de uma nação
Atrás de uma messa
em uma farda
se esconde
sua sentença de morte
Atrás de uma messa
em uma farda
se esconde
sua sentença de morte
O pai some
o filho some
a mãe
o vizinho
o amigo
...
Calado sem razão
nem opinião
Agora
censurado
sem direito a perdão.
o filho some
a mãe
o vizinho
o amigo
...
Calado sem razão
nem opinião
Agora
censurado
sem direito a perdão.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Mais um Dia No Paraíso
E estamos por aqui
mais um dia no lugar
que chamamos de paraíso
Mais um dia a rezar
por santos que esquecem
de nos amar
É mais um dia
para do fogo do inferno
nos afastar
Caminhando para o fim de um abismo
marchando
como soldados de um exercito vencido
É só mais um dia
em nosso paraíso
ou algo bem parecido
Andando por ruas lotadas
são pessoas quase mortas
são pedintes
vagabundas e padres que
dividem os mesmos bancos
Na vala
todos são enterrados juntos
neste nosso paraíso
É só mais um dia
em nosso paraíso
ou o algo bem parecido
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